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	<title>APELOEH OU A POSSIBILIDADE DE UMA ILHA</title>
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		<title>fantasmas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[versão livre]]></category>

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		<description><![CDATA[chamas e labaredas possuídas
por ventríloquos experientes
que dizem o que não queres dizer.
já conheces o teu fantasma?
já o estrangulaste?
força, antes que ele fale.
[versão livre de killemall ~ menomena, 2010]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>c</strong>hamas e labaredas possuídas<br />
por ventríloquos experientes<br />
que dizem o que não queres dizer.</p>
<p>já conheces o teu fantasma?<br />
já o estrangulaste?</p>
<p>força, antes que ele fale.</p>
<p>[versão livre de <em>killemall ~ menomena</em>, 2010]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>voy a explotar</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[
A not so subtle (but not obnoxiously overt) homage to the French New Wave, the works of Jean-LucGodard and the love on the run stories ala &#8221;Bonnie &#38; Clyde,&#8221; is magnetic (the George DeLerue musical appropriations and lovers bickering recall &#8220;Le Mepris,&#8221; the colors remind us of &#8220;Pierre le Fou,&#8221; and the vitality is pure, &#8220;Breathless&#8221;).

Director Naranjo called the film, &#8220;an angst against stillness&#8221; and [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/voyaexplotar1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3682" title="voyaexplotar1" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/voyaexplotar1.jpg" alt="" width="356" height="302" /></a></p>
<p><strong>A</strong> not so subtle (but not obnoxiously overt) homage to the French New Wave, the works of Jean-LucGodard and the love on the run stories ala &#8221;Bonnie &amp; Clyde,&#8221; is magnetic (the George DeLerue musical appropriations and lovers bickering recall &#8220;Le Mepris,&#8221; the colors remind us of &#8220;Pierre le Fou,&#8221; and the vitality is pure, &#8220;Breathless&#8221;).</p>
<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/voyaexplotar2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3683" title="voyaexplotar2" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/voyaexplotar2.jpg" alt="" width="356" height="150" /></a></p>
<p>Director Naranjo called the film, &#8220;an angst against stillness&#8221; and &#8220;a way to fight against the inertia that [the teens] feel from their surroundings [and] the nonsense and living in the comforts of an absurd society,&#8221; and if this was the aim, never has a more plangent and fiery battle been fought. <a href="http://theplaylist.blogspot.com/2008/09/nyff-review-mexican-godard-voy-explotar.html" target="_blank">&gt;&gt;</a></p>
<p>[voy a explotar ~ naranjo, 2008]</p>
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		<title>inception</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 21:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[há alguns trailers sobejamente melhores que os filmes. isso não é novidade, mas nunca esperei que isso acontecesse com inception (christopher nolan, 2010) não que estivesse à espera de uma obra-prima, mas pela premissa onírica esperava francamente mais. o primeiro pensamento que me surgiu quando terminou o filme  foi o de que tinha sido demasiado polido. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>h</strong>á alguns <em>trailers</em> sobejamente melhores que os filmes. isso não é novidade, mas nunca esperei que isso acontecesse com <em>inception </em>(christopher nolan, 2010) não que estivesse à espera de uma obra-prima, mas pela premissa onírica esperava francamente mais. o primeiro pensamento que me surgiu quando terminou o filme  foi o de que tinha sido <em>demasiado polido</em>. perdeu-se toda a tensão do <em>trailer</em> e aquelas 2h30min serviram de embrulho a meia duzia de balelas metafilosoficas sobre sonhos entremeadas com outras tantas de <em>heist-movie</em>. se estavamos durante todo o filme num sonho ou não, se, por exemplo, acharmos que <em>dom</em> não chegou sequer a acordar do sonho porque afinal não saltou do parapeito de casa tornou-se irrelevante uma vez que todo jogo sonho/realidade foi ofuscado pela fotografia, camaras e cenários perfeitos ou como <a href="theballadofthebrokenbirdie.blogspot.com/" target="_blank">ela</a> diria - <em>efeitos para</em> <em>arquitectos cocos</em>. de facto, não deixa de ser irritante que isso se tenha perdido durante todo o filme para ser retomado naquela cena <em>cliché </em>de terminar antes que o pino pare para levantar, de propósito, a dúvida. isso já não satisfaz num filme, há tantos por aí fora assim (e francamente melhores). parece que não gostei do filme, mas não. christopher nolan não faz maus filmes, mas também não é desta que fez uma obra-prima. conseguiu um razoável<em> blockbuster-de-autor</em> que entusiasmará os mesmos que há uns anos atrás ficaram extasiados com outro filme <em>meta-qualquer-coisa,</em> também, sobre sonhos e outras realidades.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>medo</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2010/07/20/medo-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[versão livre]]></category>

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		<description><![CDATA[todos os dias fujo
daqueles que me pediram para ficar,

oh mylove
todo o meu amor não é suficiente
para suster a tua inquietação.
agora tenho medo,
sente o meu corpo a tremer.

oh mylove
todo o teu amor não é suficiente
para suster a minha inquietação.
agora tenho
medo. medo. medo. medo.
[versão livre de oh pretty boy, you're such a big boy ~ menomena, 2010 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>t</strong>odos os dias fujo<br />
daqueles que me pediram para ficar,<br />
<em></em></p>
<p><em>oh mylove</em><br />
todo o meu amor não é suficiente<br />
para suster a tua inquietação.</p>
<p>agora tenho medo,<br />
sente o meu corpo a tremer.<br />
<em></em></p>
<p><em>oh mylove</em><br />
todo o teu amor não é suficiente<br />
para suster a minha inquietação.</p>
<p>agora tenho<br />
medo. medo. medo. medo.</p>
<p>[versão livre de <em>oh pretty boy, you're such a big boy</em> ~ menomena, 2010 ]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>dispara</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2010/07/19/dispara/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 20:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[avulsos]]></category>

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		<description><![CDATA[
- não esperes.
- agora?
- sim. dispara. como se não me voltasses a ter.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/gun.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3648" title="gun" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/gun.jpg" alt="" width="356" height="238" /></a></p>
<p><strong>- n</strong>ão esperes.<br />
- agora?<br />
- sim. <em>dispara</em>. como se não me voltasses a ter.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>despedidas</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2010/07/19/despedidas-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 20:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[
Les parapluies de cherbourg ~ jacques demy, 1964
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/despedida2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3645" title="despedida2" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/despedida2.jpg" alt="" width="356" height="1000" /></a></p>
<p>Les parapluies de cherbourg ~ jacques demy, 1964</p>
]]></content:encoded>
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		<title>despedidas</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2010/07/19/despedidas-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 20:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[
Les parapluies de cherbourg ~ jacques demy, 1964
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/despedida1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3642" title="despedida1" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/despedida1.jpg" alt="" width="356" height="1200" /></a></p>
<p>Les parapluies de cherbourg ~ jacques demy, 1964</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>o que está para além das sebes?</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2010/07/19/o-que-esta-para-alem-das-sebes/</link>
		<comments>http://blog.apeloeh.com/2010/07/19/o-que-esta-para-alem-das-sebes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 18:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[
volto a falar de kynodontas por duas razões:
a primeira, pelas sebes; para além delas como tudo o que é inatingível fica o possível verdadeiro mundo. esta imagem, a do filho mais velho a olhar as sebes, é o paradigma da esperança. tudo poderá estar além;
a segunda, pelo confinamento no cinema onde há, pelo menos, dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/sebes.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3627" title="sebes" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/sebes.jpg" alt="" width="356" height="238" /></a></p>
<p><strong>v</strong>olto a falar de <em>kynodontas</em> por duas razões:</p>
<p>a primeira, pelas sebes; para além delas como tudo o que é inatingível fica o possível verdadeiro mundo. esta imagem, a do filho mais velho a olhar as sebes, é o paradigma da esperança. tudo poderá <em>estar</em> além;</p>
<p>a segunda, pelo confinamento no cinema onde há, pelo menos, dois filmes que merecem destaque - <em>underground</em> (emir kusturica, 1995) e <em>the village </em>(m. night shyamalan, 2004). é claro que as abordagens são díspares, mas convergem naquilo que é mais importante, na realidade que nos é oferecida a viver, na existência de uma barreira e na expectativa de a ultrapassar.</p>
<p>[kynodontas ~ giorgos lanthimos, 2009]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A bruma engana</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2010/07/11/a-bruma-engana/</link>
		<comments>http://blog.apeloeh.com/2010/07/11/a-bruma-engana/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 21:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;
É mulher de muita manha
Até no amor se entranha
Não se deixa enganar
&#8230;
Pobres ilhéus
Sitiados no escuro
Sofredores, desconjuro
À espera de a ver chegar
Sentem-se irados
Maltrapilhos, maltratados
Não vêem enevoados
O prazer que lhes quer dar
&#8230;
[tango da neblina ~ bandarra]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;</p>
<p><strong>É </strong>mulher de muita manha<br />
Até no amor se entranha<br />
Não se deixa enganar</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Pobres ilhéus<br />
Sitiados no escuro<br />
Sofredores, desconjuro<br />
À espera de a ver chegar</p>
<p>Sentem-se irados<br />
Maltrapilhos, maltratados<br />
Não vêem enevoados<br />
O prazer que lhes quer dar</p>
<p>&#8230;</p>
<p>[tango da neblina ~ bandarra]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>é quase o mesmo [3]</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2010/07/08/e-parecido-3/</link>
		<comments>http://blog.apeloeh.com/2010/07/08/e-parecido-3/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 20:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[
[kynodontas ~ giorgos lanthimos, 2009]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/dog4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3598" title="dog4" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/dog4.jpg" alt="" width="356" height="302" /></a></p>
<p>[kynodontas ~ giorgos lanthimos, 2009]</p>
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