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	<title>APELOEH OU A POSSIBILIDADE DE UMA ILHA &#187; ilha</title>
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		<title></title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 06:45:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Núcleo de Arte Sacra e Núcleo de Santa Bárbara 28 de Outubro de 2011 a 29 de Janeiro de 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/urbano.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5650" title="urbano" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/urbano.jpg" alt="" width="356" height="241" /></a></p>
<p><em><strong>N</strong>úcleo de Arte Sacra e Núcleo de Santa Bárbara<br />
28 de Outubro de 2011 a 29 de Janeiro de 2012</em></p>
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		<title>Matança</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 06:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A tradição da matança do porco é ainda um importante meio de subsistência para uma parte da população açoriana. Originalmente, o ritual da &#8220;Matança&#8221; durava vários dias e envolvia toda uma comunidade. Hoje em dia, faz-se apenas durante o fim de semana e é essencialmente um evento familiar. O filme &#8220;Matança&#8221;, enquanto nos mostra como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/matanca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5647" title="matanca" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/matanca.jpg" alt="" width="356" height="229" /></a></p>
<p><strong>&#8220;A</strong> tradição da matança do porco é ainda um importante meio de subsistência para uma parte da população açoriana. Originalmente, o ritual da &#8220;Matança&#8221; durava vários dias e envolvia toda uma comunidade. Hoje em dia, faz-se apenas durante o fim de semana e é essencialmente um evento familiar. O filme &#8220;Matança&#8221;, enquanto nos mostra como se mata e desmancha o animal, também nos indica que o futuro da tradição depende da sua constante adaptação ao presente: os alguidares de barro deram lugar aos de plástico e, em vez de se cantar ao desafio, ouve-se música pop na rádio. A velhota, sentada no sofá a ver televisão, garante-nos que já se pode dar uma Matança à sua neta, que ela faz tudo.&#8221;</p>
<p>Matança ~  Andre Laranjinha, 2011<br />
Vencedor do<a href="http://vimeo.com/7618340" target="_blank"> melhor filme açoriano</a> (curtas) do <a href="http://www.azoresfilmfestival.org/08.html" target="_blank">FFF 2011</a>.</p>
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		<title>era uma vez numa ilha</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2011/10/26/era-uma-vez-numa-ilha/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 17:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Aqui fica uma entrevista com o realizador Gonçalo Tocha sobre o filme que está em competição nesta edição do DocLisboa. Como foi parar ao Corvo? De barco, à boleia com o marinheiro suíço Jean-Claude. Mas já sabia que ia ao Corvo e ia preparado para começar a filmar. Quão distante (ou próximo) da realidade era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/goncalo_portrait.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5622" title="goncalo_portrait" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/goncalo_portrait.jpg" alt="" width="356" height="241" /></a></p>
<p><em>&#8220;Aqui fica uma entrevista com o realizador Gonçalo Tocha sobre o filme que está em competição nesta edição do DocLisboa.</em></p>
<p><em>Como foi parar ao Corvo?</em><br />
De barco, à boleia com o marinheiro suíço Jean-Claude. Mas já sabia que ia ao Corvo e ia preparado para começar a filmar.</p>
<p><em>Quão distante (ou próximo) da realidade era o conhecimento que antes tinha da ilha?</em><br />
Tinha o desconhecimento de quem nunca lá tinha ido e daí o impulso de descobrir. Apesar de ir aos Açores, a São Miguel, quase todos os anos desde criança, o Corvo era um outro mundo inacessível. Tão pequeno e longínquo quanto mitológico.</p>
<p><em>Ao chegar começaram logo a filmar, ou foram-se adaptando ao lugar aos poucos?</em><br />
Cheguei ao Corvo a filmar e sai do Corvo a filmar.</p>
<p><em>Como reagiram as pessoas à presença da vossa câmara na sua ilha?</em><br />
Com a desconfiança inicial perante o estranho. Cheguei vindo da nada, sem conhecer ninguém. Só me cabia em papel provar até onde estava capaz de chegar. Para além disso, a ilha tinha sido fustigada, nos últimos tempos, com reportagens da televisão que, de alguma forma, criticavam o seu modo de vida. Como no Corvo o conceito de cinema não existe, levámos por tabela. Mas no final de contas, gostei desta tensão, nada era dado.</p>
<p><em>Levou tempo a deixar de se sentir um forasteiro?</em><br />
Com o segundo retorno fiquei menos forasteiro, e com o terceiro fui adoptado. Por vezes já diziam que já fazia parte da família e que já poderia filmar tudo o que quisesse.</p>
<p><em>O que mais encanta e o que mais assusta num microcosmos tão pequeno como é o Corvo?</em><br />
O que mais encanta é o sentimento de pertença. Aqui, como a bordo dos navios, toda a gente conta. Possivelmente menos confortável, é a noção circular do espaço, andamos às voltas, sem sair do mesmo espaço. Todas as conchas protegem e limitam.</p>
<p><em>Como fazia o dia a dia por lá? O que se fazia depois do trabalho?</em><br />
Nunca houve “depois do trabalho”. Todos os minutos era para o filme, mesmo os petiscos, os jantares, as festas, o copo no café. Estávamos sempre com a câmara e o microfone ligados.</p>
<p><em>Leu sobre a ilha antes de ir ou foi descobrindo os lugares, histórias e pessoas já na ilha?</em><br />
Li tudo o que encontrei escrito sobre o Corvo. Passei duas semanas na Biblioteca Pública de Ponta Delgada. São poucos documentos, cabem numa pasta. Tinha uma noção alargada do que teria sido a ilha nos últimos 500 anos, ainda que não se possa saber muito. Sabia que estava a passar por uma transformação económica e social radical. Mas não se sabia bem que transformação seria essa. Quando cheguei à ilha, havia então tudo para descobrir, as pessoas, a natureza, o passado e o presente.</p>
<p><em>Sente-se o isolamento? E como se ultrapassa esse isolamento?</em><br />
Nunca senti isolamento, mas também eu vivi o quotidiano do Corvo através duma aventura.</p>
<p><em>Está a tentar uma estreia em sala para o filme? Como se faz isso sem ter uma distribuidora?</em><br />
Vou tentar estreia em sala, e talvez até o faça com a uma distribuidora, se houver sintonia.&#8221;</p>
<p><em>entrevista a gonçalo tocha, por nuno galopim</em><br />
<em> disponível em <a href="http://sound--vision.blogspot.com/2011/10/doclisboa-2011-dia-7.html">sound + vision</a></em></p>
<p><strong>adenda</strong> &#8211; É Na Terra, não é na Lua, de gonçalo tocha, foi o grande vencedor da edição deste ano do <a href="http://www.doclisboa.org/2011/pt/">doclisboa</a>.</p>
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		<title>curto</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 06:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[nós nao temos medo que o mar nos alague ou de que a terra nos falte: &#8211; temos sempre presente, como salutar advertência, a sensação de que o mundo é curto , e o tempo mais curto ainda. pág. 46, corsário das ilhas, vitorino nemésio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>n</strong>ós nao temos medo que o mar nos alague ou de que a terra nos falte: &#8211; temos sempre presente, como salutar advertência, a sensação de que o mundo é curto , e o tempo mais curto ainda.</p>
<p><em>pág. 46, corsário das ilhas, vitorino nemésio</em></p>
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		<title></title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2011/08/16/5479/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 18:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;É na Terra e não na Lua&#8221; o filme-diário de Gonçalo Tocha integralmente filmado na Ilha do Corvo recebeu uma Menção Especial do Júri no Festival de Locarno. &#62;&#62; via vitor marques / ilhas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/corvo1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5480" title="corvo1" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/corvo1.jpg" alt="" width="356" height="425" /></a></p>
<p><a href="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/corvo2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5481" title="corvo2" src="http://blog.apeloeh.com/Pictures2008/corvo2.jpg" alt="" width="356" height="255" /></a></p>
<p>&#8220;É na Terra e não na Lua&#8221; o filme-diário de Gonçalo Tocha integralmente filmado na Ilha do Corvo recebeu uma Menção Especial do Júri no Festival de Locarno. <a href="http://vimeo.com/27480915" target="_blank">&gt;&gt;</a></p>
<p><em>via vitor marques / <a href="http://ilhas.blogspot.com/" target="_blank">ilhas</a>.</em></p>
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		<title>sobre o ilhéu</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 20:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[tudo, para o ilhéu, se resume em longitude e apartamento. a solidão é o âmago do que está separado e distante. corsário das ilhas vitorino nemésio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>t</strong>udo, para o ilhéu, se resume em longitude e apartamento.<br />
a solidão é o âmago do que está separado e distante.</p>
<p><em>corsário das ilhas<br />
vitorino nemésio</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A voz</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2011/06/30/a-voz-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 21:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[A voz que entoava essa ave pequena o mínimo pássaro não é outra coisa mais do que minha alma hei-de ouvir canção por sobre a névoa da ilha João Miguel Fernandes Jorge in Antologia Açoriana, Governo dos Açores via o melhor amigo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A</strong> voz<br />
que entoava<br />
essa ave pequena<br />
o mínimo pássaro</p>
<p>não é outra coisa<br />
mais<br />
do que<br />
minha alma</p>
<p>hei-de<br />
ouvir<br />
canção</p>
<p>por<br />
sobre a névoa<br />
da ilha</p>
<p><em>João Miguel Fernandes Jorge<br />
in Antologia Açoriana, Governo dos Açores<br />
via<a href="http://omelhoramigo.blogspot.com/" target="_blank"> o melhor amigo</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As trevas da tua dor</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2011/06/30/as-trevas-da-tua-dor/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 21:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[E também te podem dizer sê servil na pátria dos outros pois a tua terra deixou-te nascer somente para a fome ou para que vivas no chiqueiro de um porco. Emigra e volta da pátria dos outros sem palavras, mas carregado de coisas se, acaso, tiveres sorte, isto é, se fores suficientemente servil. Podes depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>E</strong> também te podem dizer<br />
sê servil na pátria dos outros<br />
pois a tua terra deixou-te nascer<br />
somente para a fome ou para que vivas<br />
no chiqueiro de um porco. Emigra e<br />
volta da pátria dos outros<br />
sem palavras, mas carregado de coisas<br />
se, acaso, tiveres sorte, isto é,<br />
se fores suficientemente servil.<br />
Podes depois voltar<br />
com alma de aluguer<br />
abandonada que foi a tua terra<br />
para te sujeitares ao trabalho que<br />
te envergonharias de fazer. E<br />
quando regressares – julgando que<br />
regressar é verbo que se conjuga –, vais<br />
julgar-te um herói, qualquer coisa,<br />
só porque andas com máquina de vídeo<br />
choldreando por todo o lado. Isto é<br />
também a tua pátria, a tua vida. E<br />
não há cão que<br />
uive às trevas da tua dor.</p>
<p><em>João Miguel Fernandes Jorge<br />
in Antologia Açoriana, Governo dos Açores<br />
via<a href="http://omelhoramigo.blogspot.com/" target="_blank"> o melhor amigo</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>na ilha</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2011/06/24/na-ilha-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 13:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[como num mundo novo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>c</strong>omo num mundo novo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>dia dos açores</title>
		<link>http://blog.apeloeh.com/2011/06/13/dia-dos-acores-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 01:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apeloeh</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[decreto regional nº 13/80/a formada por pequenas comunidades isoladas durante séculos, a região autónoma dos açores manteve cultos e práticas profundamente populares, totalmente enraizadas no quotidiano e de origem vincadamente portuguesa. porventura o mais significativo de todos eles será a comemoração do espírito santo &#8211; em que se entrelançam as mais nobres tradições cristã com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>decreto regional nº 13/80/a</p>
<p>formada por pequenas comunidades isoladas durante séculos, a região autónoma dos açores manteve cultos e práticas profundamente populares, totalmente enraizadas no quotidiano e de origem vincadamente portuguesa.</p>
<p>porventura o mais significativo de todos eles será a comemoração do espírito santo &#8211; em que se entrelançam as mais nobres tradições cristã com a celebração da primavera, da vida, da solidariedade e da esperança -, comemoração cuja vitalidade se alarga naturalmente a todos os núcleos de açorianos espalhados pelo mundo.</p>
<p>as celebrações são espontâneas, tão vividas e tão intensas que a natureza das coisas como que impõe um inevitável descanso no primeiro dia útil que se lhes segue.</p>
<p>porque é o mais popular dos dias de repouso e recreio em toda a região, entende-se justo consagrá-lo como afirmação da identidade dos açorianos, da sua filosofia de vida e da sua unidade regional &#8211; base e justificação da autonomia política que lhes foi reconhecida e que orgulhosamente exercitam.</p>
<p>assim, e nos termos o artigo 229º, nº1, alínea a), da constituição, a assembleia regional dos açores decreta o seguinte:</p>
<p>artigo único &#8211; 1 &#8211; considera-se como dia da região autónoma dos açores a segunda-feira do espírito santo. 2 &#8211; é feriado regional o dia referido no número anterior.</p>
<p><em>diário da republica, 1 série &#8211; nº192-21-8-1980</em></p>
]]></content:encoded>
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