dia dos açores
ou dia da pombinha, comemorou-se no passado dia 24 (>)…
ou dia da pombinha, comemorou-se no passado dia 24 (>)…
ou a indisponibilidade para tolerar o próximo.
ou pastilha elástica.
o presépio de lapinha é uma outra tradição fortemente arraigada na alma do povo micaelense. objecto do enlevo, do entusiasmo e da admiração dos pequenos, porque nada de mais característico, mais original, mais profundamente infantil e mais cheio de coisas pitorescas e risonhas, é também um objecto de saudade para os velhos, que na tranquilidade resignada de suas cans, olham para ele, numa visão magoada, como para um passado de gratas recordações, vendo num relance a longa porção que já percorreram do acidentado caminho da vida.
o natal, pág.223 ~ pd ernesto ferreira, a alma do povo micaelense.
ou o nordeste.
ou expressão lisonjeira para rapariga formosa.
*amíude, recebo um email daqueles que passam de inbox em inbox com expressões açorianas que me fazem lembrar de algumas, infelizmente, já em desuso no meu vocabulário.
amigo.
(de abraço?)
The Holstein or Friesian is a breed of dairy cow known today as the world’s highest production dairy animal. Originating in Europe, Holsteins were developed in what is now the Netherlands and more specifically in the two northern provinces of North Holland and Friesland (not from Holstein, Germany).
Hydrangea (pronounced /haɪˈdreɪndʒ(i)ə/, common names Hydrangea and Hortensia) is a genus of about 70-75 species of flowering plants native to southern and eastern Asia (China, Korea, Japan, the Himalayas, and Indonesia) and North and South America.
in wikipedia.org
nota 1. a propósito da btl e das controversas vacas na praça de espanha, lisboa, é de salientar que dois dos símbolos dos açores são infestantes, chegaram tímidas mas rapidamente se impuseram na paisagem.
nota 2. flora e fauna infestantes vs endémicas.
sobrecâmara;
compartimento esconso na parte superior de um edifício;
sótão.
divisão essencial numa casa micaelense, à qual se acede por umas escadinhas num canto da cozinha, sem alçapão mas com uma porta pequena que obriga a curvar o corpo para se poder entrar. o meu quarto sempre foi na falsa e quando vou à ilha é lá que fico. pequena, em que só consigo estar de pé no centro junto à viga mestre da casa, mas que mantem uma outra vida impregnada em cada parede. tem apenas uma janela, que nunca consegui abrir, sobre a cama. ruidosa nas noites de frio, mas sempre a abraçar a imaginação para lá do vidro.
[a propósito de um texto de sérgio fazenda sobre os sótãos, caves e outros lugares de memória]
plantas de decoração no natal; devem ser plantadas no início de dezembro, o trigo ao sol e a ervilhaca no escuro para posteriormente fazerem parte do presépio, junto com as mandarinas (ou tangerinas?). mandaram-me dois sacos de sementes, consegui plantá-las sem as matar e posso finalmente espalhá-las pela casa. há pequenas coisas que nos fazem estar mais perto da ilha.