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arquivo do mês: [01, 2011]

MCUH, 2

morrer como um homem não é um mau filme, mas tem um argumento que não funciona. é francamente pobre – existencialismo de cordel camuflado em cinema intelectual. pior  que o argumento (e sem querer discorrer sobre as personagens) só a banda sonora – o cliché antónio variações, a cena na floresta ao som de calvary de baby dee (que se quer parecer o antony) e o abominável fado com que termina.

MCUH, 1

eu não devo ter visto o mesmo filme de que tanto falam.

[morrer como um homem ~ joão pedro rodrigues, 2009]

JPR

curtas
parabéns, 1997 ****
china china (& joao rui guerra da mata), 2007 ***

longas
fantasma, 2000 ****
odete, 2005 ***
morrer como um homem, 2009 **

ah, sim, era o paraíso!

tu estavas no céu
eu nas entranhas do mar

o amor é um monstro com garras na boca.

[versão livre de bay of pigs ~ destroyer, 2010]

tudo parece um sonho

perdendo os teus dias
à procura de um amor?
não! de cocaína e ilusões
nos bastidores do mundo
.

[despede-te da bruma
és um principe -
no céu
nas ondas
nos teus olhos]

ondas, risos, sons perdidos,
melodias inglórias

- tudo parece um sonho.

[versão livre de kapputt ~ destroyer, 2010]

Monsieur Hulot

como diriam eles, este filme respira e transpira jacques tati. bien sûr.

[l'illusionniste ~ sylvain chomet, 2010]

p&b

por mais que consiga criar ilusões,
a vida será sempre monocromática.

[l'illusionniste ~ sylvain chomet, 2010]

resoluções para 2011

nenhuma.

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