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procuro

procuro dentro de ti, um lugar primitivo. procuro o vento insular, as forças terrestres, a finíssima luz privada das pálpebras.

avanço e procuro como se estivesse parado, circunspectamente. procuro como se tocasse o meu próprio nome ao tocar-te.

tu estás ao fundo das imagens.
és a água silenciosa que bebo, a lentidão dos meses quentes.
[…]

[pag.36 ~ a prisão e paixão de egon schiele, vasco gato]
para ti, por hoje e por sempre

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