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arquivo do mês: [11, 2010]

filmes vistos em novembro

em casa
enter the void ~ gaspar noé, 2009 ****
the night of the hunter ~ charles laugthon, 1955 ****
the killing ~ stanley kubrick, 1956 ****
madeo ~ bong joon-ho, 2009 ****
les amours imaginaires ~ xavier dolan, 2009 ****
foster child, brillante mendonza, 2007 ****
strangers on a train ~ alfred hitchcock, 1951 ****
39 steps ~ alfred hitchcock, 1935 ***
to catch a thief ~ alfred hitchcock, 1955 ***
cemetery junction ~ ricky gervais & stephen merchant 2010 ***
easy a ~ will gluck, 2010 ***
please give ~ nicole holofcener, 2010 **
the adventures of iron pussy ~ Apichatpong Weerasethakul & Michael Shaowanasai, 2003 *

no cinema
the american ~ anton corbijn, 2010 ****
the town ~ ben affleck, 2010 ****
the social network ~ david fincher, 2010 ***
the kids are all right ~ lisa cholodenko, 2009 ***
harry potter & the deathly hallows part 1 ~ david yates, 2010 **

fogo preso

no céu pálido e cinzento
vejo o meu bafo como um fantasma frágil
que não consegue ascender –
são memórias cravadas
impressões digitais da dor

apenas o silêncio se repete
vamos arrefecer juntos
vamos arrefecer juntos
vamos arrefecer juntos
por favor.

[versão livre de bonfire ~ memoryhouse, 2010]

bilhete postal, o porto {4}

porto interior, 1900

bilhete postal, o porto {3}

praça d.pedro ou praça da liberdade/porto, 1866

bilhete postal, o porto {2}

palácio de cristal/porto, 1865
palavras de mário cesariny

bilhete postal, o porto {1}

ponte maria pia/porto, 1877
palavras de filipa leal, a cidade líquida

fitando a proibida azul distância

que guarde o mar silêncio acerca dos filhos do meu nome à
frialdade das vagas convertidos
e que me deixe na ilha a limitar o tempo longo
a sonhar fracassos sombrias vidas e obscuridade.

página 34, bellis azorica
joão miguel fernandes jorge

a voz

que entoava
essa ave pequena
o mínimo pássaro

não é outra coisa
mais
do que
minha alma

hei-de
ouvir
canção

por
sobre a névoa
da ilha

página 13, bellis azorica
joão miguel fernandes jorge

morte

para morrer, –
qualquer lugar,
qualquer corpo,
e qualquer bôca me serve.

ciúme, antónio boto
via anitanoalfarrabista.

clara / violante placido

no cinema insiste-se na poetização das prostitutas, são sempre bonitas e puras de coração. a bela clara (violante placido) não escapa a esse estereótipo.

[the american ~ anton corbijn, 2010]

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