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arquivo do mês: [05, 2009]

espero-te

tudo o que queremos
tudo o que pedimos
é uma voz
que nos guie.

[versão livre de all we ask, grizzly bear 2009]

filmes vistos em maio

>> em casa

le pornographe ~ bertrand bonello, 2001 ***

Død snø (dead snow) ~ tommy wirkola, 2008 ***

franklyn ~ gerald mcmorrow, 2008 ***

un lever de rideau ~ francois ozon, 2005 ****

>> no cinema

star trek ~ jj abrams, 2009 ****

angels & demons ~ ron howard, 2009 ***

it’s always sunny

sunny_phi

“notthing is off limits. dee has a heart attack. mac and charlie die. everybody sings and somebody poops.”

[it’s always sunny in philadelphia, temporada 4]

dor

unlever

unlever2

[un lever de rideau, françois ozon 2006]

palme d’or

cannes2009-winner-thewhiteribbon

cannes2009-winner-arena

feature films, palme d’or: das weisse band ~ michael haneke
short films, palme d’or: arena ~ joao salaviza

a minha ilha

a minha ilha diz-se em poucas palavras – escrevi um dia – é o meu bibe de bolso, o meu horizonte sem dor.

[Crónica 27, in 30 Crónicas de Emanuel Jorge Botelho 2009]

> esperei este tempo todo, mas consegui comprá-las na livraria do costume.

sinistralidade

se esta é a vida
para a salvação
vou agarrá-la para ser tua:
porque sou o homem da mão direita
e tu a mulher da mão esquerda.

[versão livre de left handed girl ~ james yuill]

johnny guitar

Johnny: How many men have you forgotten?
Vienna: As many women as you’ve remembered.
Johnny: Don’t go away.
Vienna: I haven’t moved.
Johnny: Tell me something nice.
Vienna: Sure, what do you want to hear?
Johnny: Lie to me. Tell me all these years you’ve waited. Tell me.
Vienna: All those years I’ve waited.
Johnny: Tell me you’d a-died if I hadn’t come back.
Vienna:  I woulda died if you hadn’t come back.
Johnny: Tell me you still love me like I love you.
Vienna: I still love you like you love me.
Johnny: Thanks. Thanks a lot.

[johnny guitar ~ nicholas ray, 1954  »]

cegueira

o que é isto ou onde vai parar ninguém sabe;
deste-nos uma vida que nunca escolhemos!

[versão livre de blindness, metric 2009]

Singularidades de uma sala de cinema vazia

Assumamos o óbvio: “a cidade” não quer saber de nada disto. Se queremos um pólo da Cinemateca, sejamos honestos (não há-de ser por acaso que existe a expressão “honestidade intelectual”) e tornemos claro que somos só meia-dúzia de maluquinhos. Eu prefiro assim.

mj marmelo in teatro anatómico.

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