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arquivo do mês: [03, 2009]

filmes vistos em março

>> em casa

the visitor ~ thomas mcarthy, 2007 ****

seven pounds ~ gabriele muccino, 2008 ***

pineapple express ~ david gordon green, 2008 **

zack and miri make a porn ~ kevin smith, 2008 ***

Låt den rätte komma ~ tomas alfredson, 2008 ****

la belle personne ~ christophe honoré, 2008 ****

>> no cinema

watchmen ~ zach snyder, 2009 ***

a corte do norte ~ joão botelho, 2009 ****

dos sonhos

que os bons perdurem;
que os antigos morram.
que os errados desvaneçam.

– eles não vêm aquilo que queres que vejam.

[versão livre de let the right one slip in, morrissey ]

låt den rätte komma in

let1

tomas alfredson has defied all expectations. he’s taken the most self-reflexive of genres and re-invented it with a single, stunning film. unquestionably subsersive, at time transcends, Let the right one in reintroduces the vampire – that creature of myth and madness – to the real world. gone are the clichés, replaced by a story of uncertain friendship and fragile love, of social reality and darkness fantasy.

matt bochenski, litle white lies magazine issue 22 pag. 07

[låt den rätte komma ~ tomas alfredson, 2008]

Låt den rätte komma in

let2

will anything change? ela
no. ele
then okay. ela

[låt den rätte komma ~ tomas alfredson, 2008]

pessoas felizes

A história poderia ser uma das suas canções, pedaços de lírica sem grande espaço por onde a luz entrar. Desdém e paranóia, contos tétricos ou malvadezas amorosas. Isso é o que ouvimos nas canções de Auerbach e, ouvindo-o falar, percebe-se que, nelas, não está a fazer cenário. “Gosto do filme negro, de poesia negra, do Bukowski. Não confio em pessoas felizes. São uma maldição”, dispara em determinada momento.

dan auerbach, entrevista de mário lopes – ípsilon 27março’09 pág.14.

ela

elle

Elle était si jolie que je n’osais l’aimer
Elle était si jolie, je ne peux l’oublier
Elle était trop jolie quand le vent l’emmenait
Elle était si jolie, je n’oublierai jamais.
– alain barré.

[la belle personne ~ christophe honoré, 2008]

do sol sujo

os amores,
os mais brilhantes, sujam-se;
não conseguem evitar
o sol sujo do dia-a-dia
que os submetem ao suplício.

[versão livre de avant la haine ~ alex beaupain]

sobre os inadaptados

insatisfacao

#oito. caderno preto número dois

entre mim e o meu silêncio há gritos de cores estrondosas.
josé luís peixoto, a criança em ruínas

a corte do norte

ilha

a corte do norte é um belo filme. das nuvens carregadas aos recortes afiados da ilha, a maldição feminina é a personagem omnipresente que partilha o espaço com a mulher das mulheres. sem tirar o mérito a botelho, há em todo o filme uma aura de manoel de oliveira, talvez pelas mulheres de agustina, também suas.

[a corte do norte ~ joão botelho, 2009]

judith & holofernes

corte1

corte2

a corte do norte ~ joão botelho 2009
judith & holofernes ~ caravaggio 1598-1599

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