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arquivo do mês: [09, 2008]

Filmes vistos em Setembro

>> dvd

lola rennt ~ tom tykwer, 1998 ****

torn curtain ~ alfred hitchcock, 1966 ***

les amours d’astrée et de céladon ~ eric rohmer, 2006 ****

>> cinema

before the devil knows you’re dead ~ sidney lumet, 2007 ****
(medeia cidade do porto, porto)

aniki bobó ~ manoel de oliveira, 1942 *****
(serralves)

rebecca ~ alfred hitchcock, 1940 *****
(serralves)

gomorra ~ matteo garrone, 2008 ****
(lusomundo northeshopping, matosinhos)

ilha

do Lat. insulas. f.,

1. porção de terra cercada de água em toda a sua periferia.

2. dá-se o nome de ilha a um tipo de bairro operário surgido na segunda metade do século XIX na cidade do Porto. esta ilha é um tipo de habitação operária muito diferente do de outras cidades industriais, como Lisboa ou as cidades industriais britânicas. trata-se de pequenas habitações de um único andar, com áreas que não excediam os 16 m2, construídas em fileiras sucessivas, muitas vezes costas com costas, nas traseiras das casas da classe média que davam para a rua. dados recentes apontam para a persistência de 1.130 ilhas espalhadas pela cidade do Porto. >

a/f

as viagens de avião tornaram-se rotineiras; transformei o avião numa camioneta-com-asas em que o tempo passa devagar. detesto que se sentem ao meu lado pessoas faladoras, daquelas que começam a falar sobre a música que começa a tocar antes de levantar voo até fazer a crítica gastronomica da alta cozinha, passando inevitavelmente sobre a sua origem, vida e destino. gosto que se sente alguém carrancudo, que não me incomode enquanto leio pele enéssima vez a revista spirit da sata ou que me deixe comer o plástico sozinho. pior quando nos reconhecem não sei de onde e nunca mais se calam acerca da teoria das coincidências. tornaram-se tão rotineiras que já peço lugares específicos; assim na viagem porto-ponta delgada peço um lugar lado f para poder ver a ilha e no retorno lado a para ver o douro, as pontes e a casa da musica. ah… já não batem palmas quando se aterra.

torn curtain

torn.jpeg

[torn curtain ~ alfred hitchcock, 1966]

é inevitável não cair no obituário, mais ou menos, exposto de paul newman. este não é certamente o melhor filme dele e nem do mestre hitchcock que só este mês, ainda antes da morte do paul newman, vi. fime mediano com interpretações razoáveis apesar da deliciosa segunda parte marcada pela fuga dos americanos…

a vida normalmente, 2

nan é preciso ir longe. o mais bonito esta cá. nos açores. nan é preciso ir a paris. nem a nova iorque…. basta os açores.

“a vida normalmente, episodio 2″
transmitido na rtp2 a 23.set.08 às 23.25 hora do continente.

a vida normalmente

Em Rabo de Peixe, uma vila piscatória nos Açores somos levados pelo mundo de Heitor, um jovem e entusiasta pescador de segunda geração que segue com rigor as pisadas do pai. Tenta, com a pesca e as dificuldades inerentes ao meio garantir um futuro com uma visão muito particular do que é o trabalho no mar e do que é necessário ter para vencer.

Na mesma vila, Artur é um jovem estudante que se sente excluído por um sociedade insular fechada. Quer sair da ilha, quer estudar. Leva-nos pelo mundo da divisão entre homens e mulheres e o que representa ser jovem e querer vencer na ilha.

O terceiro personagem é José. Um construtor de barcos que estudou à noite e hoje tem um estaleiro. É o melhor construtor da ilha e oferece-nos uma viagem muito clara sobre a pesca, a construção naval e o futuro daqueles que são tidos como os melhores pescadores, os de Rabo de Peixe.

“a vida normalmente, episodio 2”
transmitido na rtp2 a 23.set.08 às 23.25 hora do continente.

outro mundo

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também quero.

memórias para uso diário

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[ainda não sei o que vou escrever para este título.
originalmente, filme de beth formaggini].

les amours

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[les amours d’astrée et de céladon ~ eric rohmer, 2006]

tea for two

regresso de um fim-de-semana em bath, uk. o mundo rural inglês é renovador; não só de jane austen vive a cidade…. tenho que te levar lá, my lobe.

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