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arquivo do mês: [06, 2008]

mixtape 10: yourself

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1. mirador [caravan, efterklang]
2. i made my self invisible [great shakes, whithey]
3. cold as ice [let the blind…., atlas sound]
4. am i only jesus [the jewels, einsturzende neubaten]
5. divine [divine ep. sébastien tellier]
6 . strange animal [exotic creatures of the deep, sparks]
7. gimme some [verve remixed 4, nina simone]
8. i want your love [night drive, chromatics]
9. time to pretend [oracular spetacular, mgmt]
10. you’ll find a way [santogold, santogold]
11. no more [rise above, dirty projectors]
12. trente millions d’amis [moon safari sp.ed., air]

12 músicas, 53.02min, 60mb
(ouvir & download).

noites quentes no terraço com vista para um campo cultivado e árvores de fruto no centro de uma grande cidade. para ouvir depois do sol cair*

a solidão do comedor de esparguete

estive a rever ‘the apartment’ de billy wilder, a história de um empregado solitário que empresta o seu apartamento aos seus superiores para que estes possam cometer o adultério. apesar da perfeição do argumento, concentremo-nos na personagem do empregado solitário que chega a casa sem ninguém para o receber, poe um vinyl a tocar, come em frente à televisão e usa uma raquete como escorredor de esparguete – paralelismo com a minha vida seria mais dificil…

em ti

nos teus braços me desenrolo,
sob o teu beijo mergulho
{em ti}, my lobe.

[versão livre de inside a boy ~ my brightest diamond, 2008]

the happening

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a invisibilidade do medo.

[the happening ~ m. night shyamalan, 2008]

m. night shyamalan

the happening, 2008 ****
lady in the water, 2006 ****
the village, 2004 *****
signs, 2002 ****
unbreakeable, 2000 *****
sixt sense, 1999 ****
wide awake, 1998 ***
praying with anger, 1992 [por ver]

ainda sobre os nomes

o diálogo entre hallam foe e kate brecket sobre o nome das coisas, fez-me recordar outros tantos nomes proferidos por senhoras com mais de setenta anos (não façam juízos sobre como me disseram tais sinónimos); os mais curiosos, até hoje, foram a-via-do-meio e a-perseguida.

nomes

kate breck: What do you call it?
hallam foe: What?
My… my willy.
You?
kate breck: My pussy.
hallam foe: My todger.
kate breck: My minge.
hallam foe: My schlong.
kate breck: My hole.
hallam foe: My stick.
kate breck: My gash.
hallam foe: My bat.
kate breck: My muff.

[hallam foe ~ david mackenzie, 2007]

um dia

hallamfoe.jpeg

Sometimes I want sweet. Sometimes I want sour. Sometimes I don’t know what I want. My shit stinks. I’m going to die one day.

[hallam foe ~ david mackenzie, 2007]

dragoeiro

planta liliácea, arbórea da qual se extrai a resina chamada sangue de drago.

– a propósito de dragoeiro ser também o nome de uma companhia teatral insular que apresenta nos dias 27-29 junho na aula magna, s.miguel a obra blasted(ruinas). blog (>) e site oficial (>).

analogias

já deitado e remoer o fim de klaus klump, lembrei-me quem gonçalo m. tavares me faz lembrar: a húngara agota kristof.

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