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o tempo; o tempo e aquilo que se pode fazer dele - depois de toda a má critica quando decidi ver o filme não tinha qualquer expectativa. copolla nunca me disse muito e nunca esperei nada dele, daí ter achado este “youth without youth” verdadeiramente satisfatório. a fotografia fez-me lembrar aquele belíssimo chá no deserto de bertolucci, mas de relevar é uma das cenas finais em que dominic decide afastar-se de veronica quando se apercebe que a sua busca pela origem da linguagem (e pela sua identidade) colocam a beleza (e felicidade) de verónica em causa. e essa cedência é admirável.
[youth whithout youth ~ francis ford copolla, 2007]
