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arquivo do mês: [04, 2008]

Filmes vistos em Abril

>> DVD

ma mère ~ christophe honoré, 2004 **

tout contre léo ~ christophe honoré, 2002 ****

the brown bunny ~ vicent gallo, 2003 *****

the mist ~ frank darabont, 2007 *

>> cinema

mad money ~ callie khouri, 2007 **
(lusomundo parque nascente, rio tinto)

i’m not there ~ todd haines, 2007 ****
(lusomundo parque nascente, rio tinto)

youth without youth ~ francis ford copolla, 2007 ***
(medeia cidade do porto, porto)

we own the night ~ james gray, 2007 ****
(medeia cidade do porto, porto)

nós possuimos a noite

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[we own the night ~ james gray, 2007]

vista do avião

e de cima, a ilha parece mais pequena.
apetece carregá-la entre os braços e trazê-la.

promessas

A tradição repete-se com enorme sacrifício: dezenas de pessoas percorrem o Campo de São Francisco de joelhos como forma de agradecimento ao Senhor Santo Cristo dos Milagres . A Cruz Vermelha assistiu 119 pessoas. 

[açoriano oriental, p.6 27.abril.08]

datas

já dizia, o meu professor de moral (sim eu era muito bem comportado) naquela sala pequenina no liceu que havia um tempo antes e outro depois das festas do santo cristo.

boas festas.

ywy

ywy.jpeg

o tempo; o tempo e aquilo que se pode fazer dele – depois de toda a má critica quando decidi ver o filme não tinha qualquer expectativa. copolla nunca me disse muito e nunca esperei nada dele, daí ter achado este “youth without youth” verdadeiramente satisfatório. a fotografia fez-me lembrar aquele belíssimo chá no deserto de bertolucci, mas de relevar é uma das cenas finais em que dominic decide afastar-se de veronica quando se apercebe que a sua busca pela origem da linguagem (e pela sua identidade) colocam a beleza  (e felicidade) de verónica em causa. e essa cedência é admirável.

[youth whithout youth ~ francis ford copolla, 2007]

Sempre, 2

KILLED

tee.shirt #29 (a partir de um disco de 45rpm)

Sempre, 1

KILLED

tee.shirt #28 (a partir de uns desenhos de joão abel manta).

campeonatos

não desses, mas de outros; daqueles que decorrem nos transportes públicos por um lugar sentado e que parecem ser transversais a toda a sociedade. há uma semana, aquando da greve do metro do porto, duas senhoras com mais de 50 anos lançaram-se num duelo por um lugar cedido por uma rapariga enquanto a carruagem parecia um enlatado – uma delas tinha sido operada a um joelho e a outra já tinha tido três enfartes. não me lembro qual delas se sentou, mas a outra acabou por insultar a rapariga que lhe deu lugar. hoje, decidi ir até ao divino de mini-bus, vulgo bertinha seguindo a linha b. devia ter feito como no ano passado e ter ido a pé; não só percorri meia cidade de ponta delgada como tive que ouvir três senhoras a debaterem as prioridades, segundo as doenças de cada uma, por um lugar. a ordem ficou assim – a senhora de 30 anos com hérnia discal lombar que carregava ao colo filho de 14 meses com parelesia cerebral, a senhora de 50 anos com osteoporose, osteofitose e hérnia discal lombar que ia ao hospital  a uma consulta de fisioterapia e, por fim, senhora de 40 anos obesa que tinha feito uma reação alérgica ao material da bandoplastia gástrica.

bruma

dizia o meu sobrinho – nevoeiro especial que vem do mar.

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