a terceira força
a terceira força que me chamava ao bulício era o gosto de luzir, e, sobretudo, a incapacidade de viver só. a multidão atraía-me, o aplauso enamorava-se. se a ideia do emplasto me tem aparecido nesse tempo, quem sabe? não teria morrido logo e estaria célere. mas o emplasto não veio. veio o desejo de agitar-me em alguma coisa, com alguma coisa e por alguma coisa.
página 145 ~ memórias póstumas de bras cubas, machado de assis
« carnaval, 2 § pietà de sangue »
