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arquivo do mês: [09, 2007]

sem lua

deito-me numa noite escura, sem estrelas ou lua que iluminem o quarto.
ouço aquela mesma música de te ver partir entre a multidão.
ouço o silêncio negro do mar sem a lua.

fecho os olhos com força – até te sonhar.

[versão livre de half-moon ~ m.ward, 2005]

espécie

aparreação: preocupação, apoquentação.

mestérosa(o): pessoa a que tudo lhe incomoda; que lhe faz espécie.

Filmes vistos em Setembro

>> dvd e tv

cashback ~ sean ellis, 2006 **

the queen ~ stephen frears, 2006 ***

the family plot ~ alfred hitchcock, 1976 ****

de grønne slagtere ~ anders thomas jensen, 2003 ****

django ~ sergio corbucci, 1966 *****

hedwing and the angry inch ~ john cameron mitchell, 2001 **

bugcrush ~ carter smith, 2006 ****

i’m a cyborg but that’s ok ~ park chan-wook, 2006 *****

ils ~ david moreau & xavier palud, 2006 **

once ~ john carney, 2006 ***

nabbeun namja (bad guy) ~ kim ki-duk, 2001 *****

velvet goldmine ~ todd haynes, 1998 ****

2 days in paris ~ julie delpy, 2007 *

the bourne identity ~ doug liman, 2002 **

the bourne supremacy ~ peter greengrass, 2004 **

>> cinema

the bourne ultimatum ~ paul greengrass, 2007 ***
(lusomundo parque atlântico, ponta delgada)

georgia rule ~ garry marshall, 2007 *
(cinesolmar, ponta delgada)

na cama, II

não

[hotel chevalier ~ wes anderson, 2007]

na cama

vamos passar o dia na cama, é. isso mesmo. deitemo-nos nas sombras dos lençóis, falemos dos planos de um futuro próximo, descansemos os nossos ossos um no outro, esfreguemos nossos pés gelados. é isso mesmo… ficaremos em casa, num mundo limitado pela nossa cama. num amor preguiçoso… só nosso.

[versão livre de let’s spend the day in bed ~ over the rhine, 2007]

o vulcão, IV

não

Capelo, 1957

[foto do enorme arquivo da fotojovial-horta, referência 20]

site oficial das comemorações >

há apenas um sol

não

de um lado as memórias se esbatem. no outro brilham eternamente.

[there’s only one sun ~ wong kar wai, 2007. curta para a Philips Aurea]

o vulcão, III

não

Capelo, 1957

[foto do enorme arquivo da fotojovial-horta, referência 62]

a felicidade é um aborrecimento

há uma ausência de felicidade. a literatura nórdica é feita de um ritmo próprio, de paisagens brancas, de alguma melancolia e de muito, muito silêncio. a felicidade é um aborrecimento! a alegria por si só não é interessante, não tem conflitos. e a literatura faz-se de conflitos.

[lars saabye christensen, sobre a literatura nórdica e a edição de meio-irmão pela cavalo de ferro. página 22 ~ ipsilon, 21 de setembro.]

a cor

porque é que o céu é azul? perguntou ela.
porque as árvores são verdes. respondeu ele.

sinto a tua falta, my lobe. 

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