o presente existe.
o presente não existe. diria marco aurélio e muitos outros. nem o passado nem o futuro ou pelo menos seriam indiferentes tendo em conta que possivelmente teriam a mesma extensão. adoro debruçar-me sobre o tempo, sobre a sua efemeridade, sobre a amargura de se ter perdido, sobre a esperança de outro tempo. nada como a fatalidade do tempo. da fugacidade inevitável como se as horas fossem grãos de areia numa mão (de dedos grossos e desajeitados).
o presente existe. doi quando maior parece o passado e quanto mais longe parece o futuro. doi quando mais longe parece ser o presente de ter, my lobe.
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